Você sai da cidade, mas a cidade não sai de você

Nos últimos meses a minha rotina tem sido bem diferente! Tudo muito corrido e atribulado e muitas mudanças e viagens e escolhas e decisões e… Ao mesmo tempo… uma calmaria que paira no ar… mas só para aqueles que param para olhar…

As pessoas mais antigas, moradoras da cidade, carregam e transmitem suas histórias… Histórias essas que fazem parte do presente e se apresentam com sotaques. Há um passado muito forte que se esconde na arquitetura das construções, que abrigam novas pessoas dispostas a respirar desse ar puro, observar as plantações, estradas longas cercadas de mato e dar continuidade ao interior…! Um passo de cada vez e tudo caminha!

O lugar de onde eu venho é o centro econômico brasileiro, o lugar onde tudo funciona até tarde e as pessoas se organizam no caos que é o transporte, vivem a agitação enquanto se aprisionam com medo da violência tendo 24 horas para fazer o que cabe apertado em 40 horas! A história é esquecida em alguns prédios abandonados no centro que apenas observam o ritmo frenético, o cheiro, as festas, o céu cinza e a chuva que não para nem o mais apressado! É a correria sem fim…

Minha vida está uma correria… eu estou no interior… Então acho que isso quer dizer que quando você sai de uma cidade, seja ela grande ou pequena, a cidade não sai de você!

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Crônicas de uma construção | Se minha casa fosse uma pessoa #2

Nas crônicas que virão não haverá o luxo de manter a cronologia dos fatos, pois afinal o que importa são os acontecimentos e nem tanto a ordem em que aconteceram.

Nesse exato momento em que escrevo, se minha casa fosse uma pessoa ela teria muitas coisas para contar e estaria voltando de uma guerra sem conseguir encontrar o caminho de casa… teria feridas abertas e estaria muito triste… Está muito triste, desapontada, perdida no tempo…

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Crônicas de uma construção | Começo, começo e começo #1

Tudo tem um começo, inclusive essa crônica que começa justamente para falar do começo e introduzir esse novo tópico por aqui, que na verdade já é antigo para mim. Tem esse aspecto poético quase romântico, mas  é sobre acontecimentos reais que podem parecer quase surreais com pitadas de comédia, drama, lição de moral e superação, contadas de forma direta ou implícita, longa ou curta, feliz ou nem tanto, assim como é na vida. 

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Alguns dias são piores que outros!

Querem ver uma história simples, bobinha, mas que para a época parecia maravilhosa?

A história a seguir foi feita por mim (quando tinha 13 anos) em fevereiro de 2011 no 9º ano para a aula de português porque a professora pediu para que nós fizéssemos uma produção textual com tema livre… Aí enquanto organizava uns papéis por aqui encontrei esse texto e decidi compartilhar com vocês!!


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Ah… A vida

Tem horas que você tem tanta coisa pra fazer que 24 horas não parecem suficiente, há momentos que você simplesmente quer fazer várias coisas, mas as horas parecem passar rápido de mais, ou quem sabe você esteja “rápido de menos”…

Há vezes que você tem tanta coisa pra fazer que não sabe nem por onde começar e acaba não fazendo nada, mas também acontece de você simplesmente ficar caçando algumas coisas para fazer, porém nada aparece…

Coisas… Tempo… Que coisa!