Resenha | Animais Fantásticos e onde habitam (Fantastic beasts and where to find them)

Olá!!!

No dia do meu aniversário além de matar a fome no Johnny Rockets, meus pais e eu decidimos assistir ao filme Animais Fantástico e onde habitam, o mais novo lançamento cinematográfico de J. K. Rowling.

Apesar de não ser fanática, gosto bastante desse universo do Harry Potter, mas mesmo assim não fiquei super empolgada para assistí-lo quando fiquei sabendo de seu lançamento, porém como a oportunidade surgiu não custava nada aproveitar 😀

Então, para manter a tradição aqui segue um breve resumo da história:

O enredo acontece 70 anos antes da história de Harry Potter (1926) quando o “magizoologista” e  ex aluno de Dumbledore, Newt Scamander (Eddie Redmayne) chega a Nova York trazendo consigo uma maleta cheia de animais mágicos. A cidade vive um momento difícil, pois os trouxas (pessoas sem magia) temem acontecimentos estranhos e é justamente em meio a essa confusão que algumas criaturas de Newt fogem para a cidade e ele deve capturá-las.

Os primeiros minutos do filme tem uma narrativa muito presa a fatos sem importância que apesar de divertidos, as vezes fofos, mas sempre com uma fotografia encantadora, tornam-se cansativos e dão a sensação de que o filme será extremamente previsível. Por sorte isso não acontece!

Logo no início somos introduzidos ao universo americano dos bruxos que até então nunca foi explorado nos longas, por essa razão descobrimos um novo vocabulário e um sistema diferente de Hogwards. Como exemplo o termo “não-mágico” que é usado para falar das pessoas comuns nos Estados Unidos que por nós é conhecido como “trouxas”.

Esse é um filme que trabalha a nostalgia dos fãs da saga nos detalhes como no começo do filme que há um breve momento da icônica trilha sonora que marcou os filmes de Harry Potter, porém acompanhado de um arranjo novo. Vemos também reportagens nos conhecidos jornais com imagens que se mexem, ouvimos vários feitiços e nomes conhecidos e além de vermos bastante magia para matar a saudade.

De modo geral os personagens não apresentam grande destaque e os atores não desenvolvem atuações extraordinárias, porém cada personagem traz em si um carisma que dá o toque interessante. Newt, por exemplo foge do senso comum que se tem de um herói, mas é sensível e cativante. Jacob (Dan Fogler), é o trouxa que traz o chamado alívio cômico para a trama além de se tornar um galã completamente fora dos esteriótipos. As personagens femininas e irmãs Queenie Goldstein (Alison Sudol) e Porpentina Goldstein (Katherine Waterston) tem pouco destaque apesar da importância nos acontecimentos.

Há também o vilão que conta com a atuação de Colin Farrell e um brevíssimo momento de Johnny Deep que abrem caminho para as várias possibilidades de histórias que podem vir na sequência.

No filme há de tudo: ação, aventura, romance, humor e até suspense. Há ainda a nítida mensagem colocada nas entrelinhas demonstrando o mal que existe no fanatismo religioso, na repressão e segregação, além da representatividade em utilizar uma mulher negra como presidente da comunidade mágica.

A ambientação da história segue o ritmo do filme, pois aparenta ter dois momentos: o descontraído, belo e de fato fantástico momento que envolve as criaturas cheias de personalidade e cores e o outro momento cheio de ação que traz uma carga dramática e uma fotografia extremamente sombria.

É um filme muito bom e cativante, ótimo para passar o tempo, dar algumas risadas e matar um pouco a saudade dos fãs do universo mágico de J. K. Rowling, vale a pena conferir!

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